domingo, 29 de janeiro de 2012

Casal que comercializava entorpecentes em Paraíso, têm pena de 17 anos

Por Ivan Garcia


O Juiz de Direito da Comarca de Camacan, Fábio Mello Veiga, decretou e expediu recentemente a sentença, com base no processo nº 781-10/2011 do casal Audeci Rainha dos Santos, vulgo Alda e José Carlos Batista Santos, vulgo Zé.Ambos autuados em flagrantes pelos os policiais militares Souza Filho e Mangabeira no dia 01 de Junho de 2011, no distrito de Paraíso, na rua Clériston Andrade, em um referido ponto de venda de bebida alcoólica, conhecido como SKINA BAR. 
A pena de 7 anos de reclusão é para Alda e 10 anos para Zé. A sentença judicial é fundamentada com base no que prevê a legislação brasileira, do Código de Processo Penal Brasileiro, ao crime de Tráfico de Entorpecentes, previsto no artigo 44, da Lei nº 11.343/06. Já que o casal foi preso em flagrantes, comercializando substâncias entorpecentes. Em seu poder foram recolhidos 205 pedras de crack, as quais estavam sendo embaladas para venda, ainda uma pedra de crack pesando aproximadamente 56 gramas, a quantia de R$ 717,40 em espécie, uma bolsa contendo bijuterias diversas, quatro relógios, uma lâmina de barbear (utilizada para dividir a droga), três aparelhos de telefone celular, bem como acessórios, uma máquina fotográfica digital e duas tesouras. O casal confessou durante a sua prisão que comercializava pedras de crack. 
Os militares ainda se dirigiram na ocasião da ocorrência policial à localidade de Teixeira do Progresso, à propriedade de José Carlos Batista Santos, onde após procederem uma busca, localizaram outras dez pedras de crack.
O casal de traficantes, aguarda a decisão da justiça na DEPOL de Paraíso para serem encaminhados a penitenciária para cumprimento da pena.


O casal foi apreendido em flagrante traficando crack
Dinheiro e pedra de crack sobre a mesa, bem como outros objetos apreendidos dos traficantes

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